INTERNET
DO FUTURO
A
Internet é um grande sucesso. Desde sua origem, a Internet tem
crescido e o
seu
uso está cada vez mais diversificado. Estima-se que, em dezembro de
2008, a Internetjá havia passado a marca de um bilhão e meio de
usuários. Esse crescimento também
se reflete no Brasil, . No
entanto, apesar de essa expansão
do
uso da rede indicar aprovação e aceitação por parte dos usuários,
algumas limitaçõescomeçam
a surgir para atender novos requisitos como segurança, mobilidade e
qualidadede
serviço. Tais limitações se devem à “ossificação” do
projeto inicial da Internet, que nãopermite
grandes modificações no núcleo da rede. Os requisitos levantados
para a Internetna
década de 70 correspondiam a uma rede entre universidades onde os
usuários eramconfiáveis
e tinham conhecimentos técnicos sobre a rede. Hoje, a realidade é
diferente,pois
pessoas com todo tipo de formação e distribuídas por todo o globo
têm acesso à rede.criando um ambiente totalmente distinto e cheio
de conflitos [Clark et al., 2005].
Há diversas outras propostas na
literatura relacionadas à Internet do Futuro. apenas um pequeno conjunto delas foi selecionado. O projeto inicial
da Internet
levou em conta um cenário no qual os usuários eram confiáveis e
tal premissa deixou
de ser verdadeira. Os aspectos de segurança devem ser levados em
conta desde oinício
do projeto da nova arquitetura para a Internet. No entanto, não são
claros os re-quisitos
básicos de uma “arquitetura segura” nem o modelo de atacante. Os
modelosexistentes
atualmente são limitados a ataques e condições específicas,
sendo, portanto,insuficientes
para a garantia de segurança para a Internet do Futuro. A questão
da se-gurança
é um assunto crucial para a Internet do Futuro. Portanto, a pesquisa
na área
de
segurança merece uma investigação mais detalhada, que foge ao
escopo desse mi-nicurso.
Assim, a descrição das propostas de segurança será deixada para
um trabalhofuturo.
Ao leitor que tenha interesse no assunto são indicados alguns
trabalhos nas áreasde
responsabilização [Andersen et al., 2008, Mirkovic e Reiher, 2008],
negação de ser-viço
[Yang et al., 2005, Handley e Greenhalgh, 2004, Karrer et al.,
2008].
COPPE/Poli
– Universidade Federal do Rio de Janeiro
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